A síndrome da dor miofascial é um distúrbio crônico que causa dor. O paciente sente pressão sobre pontos sensíveis nos músculos. Os chamados pontos-gatilho miofasciais. Essas áreas causam dor no músculo, podendo também atingir outras regiões que, aparentemente, não tem relação alguma com o ponto-gatilho. Essas, por sua vez, são denominadas de dores referidas.
A ocorrência dessa síndrome geralmente é percebida depois de determinado músculo ter sido contraído em excesso. Isso acontece muitas vezes por razões de movimentos repetidos constantemente durante o trabalho ou mesmo outra atividade, ou devido ao estresse.
A tensão muscular é um incômodo recorrente que afeta muitas pessoas. Dificilmente pode-se encontrar alguém que não tenha passado por isso. Entretanto, no caso da síndrome que ativa os pontos-gatilho miofasciais, a situação é diferente, pois a dor persiste e piora. As opções de tratamento incluem fisioterapia, aplicação da liberação miofascial, injeções no ponto-gatilho, medicamentos para a dor ou técnicas de relaxamento. Assim como a laserterapia, que será o foco do nosso artigo. Mas como ela funciona?
A laserterapia
A laserterapia compreende tratamentos que fazem uso de luz focada em seus procedimentos. Porém, diferente da grande maioria das fontes de luz, a luz de um laser (que é amplificada por uma emissão de radiação estimulada) é ajustada para comprimentos de onda específicos. Dessa forma, a luz pode ser direcionada em feixes poderosos. Para que tenhamos ideia, a luz do laser é tão forte que pode ser aplicada para modelar diamante ou cortar aço.
Mas, ao contrário do que se possa pensar, a laserterapia não é invasiva e é bem tolerada pelos tecidos do corpo. Veja alguns dos procedimentos realizados por ela:
- Amenizar os sintomas do câncer;
- Remover pedras nos rins;
- Reparar deslocamento de retina;
- Melhorar a visão;
- Tratar dor, incluindo dor nas costas;
- Diminuir ou destruir tumores.
“Agulhamento seco e laserterapia em ponto-gatilho: um estudo de revisão”
Consciente a respeito das limitações causadas pelos pontos-gatilhos miofasciais, em um trabalho realizado na Universidade Estadual da Paraíba, Iaglan Cordeiro investigou e reuniu estudos dedicados aos efeitos da laserterapia no tratamento de pontos-gatilho miofascial.
As pesquisas revelaram que a “laserterapia respalda seu efeito térmico, sendo possível sua utilização nos pontos gatilho”. É apontado ainda que as contraindicações ou limitações relacionadas as técnicas abordadas nos diversos artigos não estão diretamente ligadas aos pontos-gatilho miofasciais e, portanto, não interferem nos resultados obtidos.
Caso deseje ter acesse completo ao estudo, basta acessar este link!
Agora, se estiver interessado em ler a respeito de outra forma de tratamento, confira o seguinte link:

